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Sábado, 05 de dezembro de 2020

Coluna

MÚSICA

ARTISTAS NEGROS RESSALTAM A IMPORTÂNCIA DO HIP HOP.

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O hip hop e o Dia da Consciência Negra (20 de novembro), data que lembra a morte de Zumbi de Palmares, foram temas de audiências convocadas pela Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados. Duas reuniões receberam artistas negros e foram acompanhadas por música e protesto.
Nascido nas periferias dos Estados Unidos, o hip hop é a mistura de grafite, break dance e rap. Por sua luta pela igualdade e denúncias contra a discriminação racial, o hip hop tem papel de destaque no mês da consciência negra.
“O hip hop é um movimento completamente ligado ao povo negro. Principalmente, ao povo de periferia. Ele nasce com uma proposta de lutar contra o racismo”, disse o produtor musical e rapper Russo APR.
A rapper paulistana Preta Rara também ressaltou a importância do hip hop na luta contra o racismo. “O hip hop me educou e me ajudou a ser o que eu sou. Através do hip hop que eu fui estudar história. Através do hip hop que eu aceitei meu cabelo, meu corpo, minha resistência. O racismo está muito longe de acabar”, afirmou.
Em seus discursos e rimas, a rapper Realleza, de Brasília, destaca a relevância do hip hop como uma arte que conscientiza jovens negros da periferia. “Ele é o instrumento que usamos para poder falar de consciência negra com os jovens. E poder falar sobre racismo também é muito importante, porque muitos jovens das periferias estão sofrendo com o racismo e nem sabem o que é o racismo. Então, o hip hop é esse meio, é esse fio condutor da informação e do empoderamento negro e periférico dentro da quebrada.”

 

Fonte/Créditos: Câmara de Deputados

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