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Segunda, 18 de janeiro de 2021

Política

Samara Vieira, mulher de alex da pax foi candidatura laranja em itabela?

Em todo o país, mais de 5 mil candidatos zeraram as urnas. Desse total, 65% são de candidaturas de mulheres.

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Mulher de vereador sem nenhum voto levanta suspeita de “candidatura laranja” em itabela, no extremo Sul da Bahia. Alex da pax, foi eleito pelo PRB, enquanto sua esposa, Samara Vieira, candidata pelo mesmo partido, não obteve nenhum voto. O casal faziam parte da coligação juntos somos fortes, encabeçada pelo prefeito eleito Luciano francisqueto, também do PRB. O caso ocorreu nas eleições municipais de 2016, e se provado o crime ainda não prescreveu. 

Todo partido é obrigado a ter 30% de mulheres na eleição proporcional (vereador e deputado), do quadro total de candidatos. É lei. E para conseguir atingir essa cota mínima, muitos dirigentes colocam nomes femininos na lista apenas para cumprir o protocolo, mas sem que a pessoa seja efetivamente candidata. Isso é chamado de “laranja” e é crime eleitoral, podendo levar a cassação de toda a chapa de vereadores.

Em setembro do ano passado, por exemplo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou o mandato de seis vereadores na cidade de Valença, no Piauí, por entender que a coligação deles fraudou as eleições utilizando candidaturas laranjas de mulheres. 

ENTENDIMENTO 

O vice procurador Renato Góes, esclarece que não receber votos não implica, necessariamente, em candidatura falsa, Góes afirma que é necessário uma avaliação caso a caso, havendo a comprovação da fraude, todos os candidatos terão os registros cassados, inclusive os que eleitos foram.

O procurador geral da República, Augusto aras, compartilha do mesmo pensamento de Renato Góes, Aras defende a cassação de toda a chapa do partido que tenha lançado candidaturas laranjas para uma eleição do legislativo. 

Procurado, o vereador reeleito, Alex Da Pax, não quis responder os questionamentos de nossa redação e finalizou dizendo que nos veríamos perante o juiz. O vereador também confundiu o livre direito de imprensa, que é questionar e trazer a verdade dos fatos com uma acusação de coação, e responderá judicialmente pela falsa acusação. 

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